Questão: É a oração necessária?
Resposta: Sim, ela é um meio de se obter o que Deus ordenou (Invoca-me no dia da angústia; e eu te livrarei, e tu me glorificarás. Sl 50:15, ARA).
Extraído de A. Hellenbroek, A Specimen of Divine Truths, pág. 81
sexta-feira, agosto 27, 2010
quinta-feira, agosto 26, 2010
Definição de oração
Oração é falar a Deus com verdadeira e humilde contrição do coração acerca daqueles assuntos que estão de acordo com a sua santa vontade. Ela é tanto a invocação de Deus como ações de graças.
Extraído de Johannes Wollebius, Compendium Theologicae Christianae, pág. 203
Extraído de Johannes Wollebius, Compendium Theologicae Christianae, pág. 203
Definição de oração
Oração é o discurso a Deus, em nome de Cristo como Mediador, sob a influência e pela assistência do Espírito de Deus, em fé, para que permaneçamos na sua necessidade, e que seja coerente com a vontade de Deus, para a sua glória conceder e, portanto, ser solicitada com humilde submissão.
Extraído de W.R. Downing, A Baptist Catechism with Commentary, pág. 195
Extraído de W.R. Downing, A Baptist Catechism with Commentary, pág. 195
Três aspectos de relação da oração
Assim, a oração é feita em três aspectos. Ela é o apelo da criatura dependente; é o lamento do culpado pecador; e ainda, é a articulada adoração de uma alma inteligente. Sob o primeiro aspecto, Deus é considerado em sua relação natural como o criador e preservador de todas as suas criaturas. Sob o segundo, ele é contemplado em sua graciosa relação como o redentor e salvador dos pecadores. E por último, ele é adorado em sua consumada santidade e glória.
Extraído de Benjamin M. Palmer, Theology of Prayer, pág. 15
Extraído de Benjamin M. Palmer, Theology of Prayer, pág. 15
Definição de oração
Oração é uma conversa familiar com Deus, em nome de Cristo (Jo 5:14) expondo os desejos de nossos corações a dEle: e o elevar de nossas mentes, e um derramar de nosso coração diante de Deus; para o mais amplo e livre frutificar de coisas boas que necessitamos (Sl 50:15; Jr 33:3; Lm 2:19; Fp 4:6).
Extraído de Archebishop James Ussher, A Body of Divinity, pág. 309
Extraído de Archebishop James Ussher, A Body of Divinity, pág. 309
A comunhão da oração
Oração é a conversa que Deus permite-nos manter com Ele, enquanto estamos aqui embaixo. Ela é a linguagem que a criatura usa para se comunicar com o Criador, e que a alma de um santo muitas vezes recorre para aproximar de Deus, experiências de grande deleite e, deste modo, habita com seu Pai celestial por um curto período de tempo, antes que ele vá para o céu.
Extraído de Isaac Watts, A guide to Prayer, pág. 8
Extraído de Isaac Watts, A guide to Prayer, pág. 8
O poder transformador da oração
Mas o mais importante, é que a oração é que nos tranforma. Podemos envolver mais profundamente nesta comunhão com Deus e conhecer Aquele com quem estamos falando mais intimamente, e um crescente conhecimento de Deus é revelado ainda mais brilhante, e o que somos e a nossa necessidade é transformada em conforme Ele quer. A oração nos altera profundamente.
Extraído de R.C. Sproul, The Prayer of the Lord, pág. 14
Extraído de R.C. Sproul, The Prayer of the Lord, pág. 14
Oração e afeição
"Oração é uma apresentação devota de nossa vontade diante de Deus, de modo que Ele pode ser, como ela foi, afeiçoado por ela."
Extraído de William Ames, The Marrow of Theology, pág. 258
Extraído de William Ames, The Marrow of Theology, pág. 258
terça-feira, julho 20, 2010
indicação de blog
quarta-feira, junho 23, 2010
O número de eleitos e réprobos
Este Decreto é certo e imutável? ~ Sim, ele precisa ser assim. Porque ele tem por base a eterna e imutável da vontade de Deus, e por isso, há uma certeza do número de eleitos e réprobos conhecidos somente por Deus, os quais não é possível ser aumentado, nem diminuído, Jo 13:18; 2 Tm 2:19.
Extraído de Archbishop James Ussher, A Body of Divinity, pág. 79
Extraído de Archbishop James Ussher, A Body of Divinity, pág. 79
quinta-feira, junho 17, 2010
A Escritura é a verdade
Não existe nada nelas que não mereça ser de Deus, nada que seja contrário a sua verdade e credibilidade, a sua pureza e santidade, a sua sabedoria e bondade, ou as perfeições de sua natureza. Não existe falsidade, nem contradição nelas. Podem ser chamadas com grande propriedade, como o são, as Escrituras da Verdade e a Palavra da Verdade.
Extraído de John Gill, Body of Divinity, pág. 14
Extraído de John Gill, Body of Divinity, pág. 14
Toda Bíblia ou parte dela?
O fato é que nos encontramos com uma eleição entre duas versões de Cristianismo. Trata-se de escolher entre o evangelicalismo histórico e o subjetivismo moderno, entre um Cristianismo que é consistente consigo mesmo e um que não o é; de fato, entre um que é completamente dado por Deus e outro que é parcialmente produzido por homens.
Extraído de J.I. Packer, Fundamentalism and the Word of God, pág. 170
Extraído de J.I. Packer, Fundamentalism and the Word of God, pág. 170
terça-feira, junho 01, 2010
Igreja Católica é Romana?
O Bispo Hugh Latimer respondendo ao seu inquiridor, o católico Bispo Lincoln, respondeu: "Eu confesso que há uma igreja católica [...], mas não a igreja que você chama de católica, que de boa vontade poderia ser chamada diabólica. E, enquanto você junta 'Romana' à igreja católica, eu paro aqui, e oro por você. Pois ela é algo que pode ser dita igreja Romana, e outra coisa é dizer igreja católica."
Extraído de Iain H. Murray, The Reformation of the Church - A colletion of Reformed and Puritan documents on Church issues, pág. 20
Extraído de Iain H. Murray, The Reformation of the Church - A colletion of Reformed and Puritan documents on Church issues, pág. 20
terça-feira, maio 11, 2010
Centralidade bíblica no Calvinismo
Segundo o ensino calvinista, Deus é quem controla tudo, é natural que o calvinista queira ver todas as coisas como Deus as vê, e deseje fazer em tudo a Sua vontade. Assim, para ele a Bíblia ocupará um lugar primordial, tanto em seu sistema como em sua vida. O calvinista fará da Palavra de Deus o seu cânon, ou seja, a regra de toda a sua vida: a regra de conduta que regulará a sua obrigação moral.
Extraído de H. Henry Meeter, La Iglesia y el Estado, pág. 25
Extraído de H. Henry Meeter, La Iglesia y el Estado, pág. 25
quinta-feira, abril 15, 2010
Definição de Depravação Total
Por total depravação entende-se aquele homem que por natureza em toda a sua existência, com todo o seu coração, mente, alma e força tornou-se escravo do pecado; ele é inteiramente incapaz de fazer alguma coisa boa e, está inclinado para o mal.
Extraído de Herman Hoeksema, Reformed Dogmatics, pág. 358
Extraído de Herman Hoeksema, Reformed Dogmatics, pág. 358
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