O propósito da teologia é a adoração a Deus. A postura da teologia é sobre os joelhos. O modo da teologia é o arrependimento.
Extraído de James M. Boice & Philip G. Ryken, The Doctrines of Grace, pág. 179
quinta-feira, agosto 21, 2008
O que é o coração?
O coração representa o centro unificador de toda a existência do homem, o ponto de convergência espiritual de todo o nosso ser, o aspecto interior reflexivo que estabelece a direção para todas as relações da nossa vida. É a fonte de todos os nossos desejos, pensamentos, sentimentos, das nossas ações e qualquer outra expressão de vida. É a fonte principal de onde flui todo o movimento do intelecto do homem, de suas emoções e de sua vontade, bem como de todas as outras "faculdades", ou modo de nossa existência. Em resumo, o coração é o mini-eu. Aquele que tem o meu coração, também tem a mim, e tem totalmente.
Extraído de Gordon J. Spykman, Teologia Reformacional - un nuevo paradigma para hacer la Dogmatica, pág. 242
Extraído de Gordon J. Spykman, Teologia Reformacional - un nuevo paradigma para hacer la Dogmatica, pág. 242
domingo, julho 20, 2008
O princípio da tolerância
Pertenço ao que, às vezes, é chamado de grupo estrito, a Igreja Presbiteriana, mas ela é um grupo que sempre foi dedicada aos princípios de liberdade; e, eu não sou diferente da maioria dos meus concidadãos – no meu entendimento, tolerância significa não somente tolerância para aquilo que aceito, mas ela subentende também tolerância para aquilo que sou violentamente opositor.
Extraído de J.Gresham Machen, Education Christianity and the State, pág. 121
Extraído de J.Gresham Machen, Education Christianity and the State, pág. 121
sexta-feira, julho 04, 2008
Como foi possível?
Como foi possível para a criatura que foi criada à própria imagem de Deus, com o entendimento permeado com o verdadeiro conhecimento de Deus, com o coração e vontade adornada com a justiça, todas as afeições estavam adornadas com pureza, e todo o seu ser era santo - como foi possível, que uma criatura assim rebelasse?
Extraído de Homer Hoeksema, The Voice of Our Fathers, pág. 437
Extraído de Homer Hoeksema, The Voice of Our Fathers, pág. 437
sexta-feira, junho 20, 2008
Por amor de si mesmo
Deus não é retratado na Escritura como perdoando o pecado porque Ele realmente se importe com o pecado. Nem porque Ele seja tão exclusivo ou predominantemente o Deus de amor, como se os outros atributos diminuissem pelo desuso na presença de Sua infinita bondade. Pelo contrário, Ele é retratado como libertando o pecador de sua culpa e corrupção porque Ele se compadece das criaturas da sua mão, envoltas em pecado, com uma intensidade que nasce da veemência da sua santa ira contra o pecado e sua justa determinação de visitá-lo com uma intolerante retribuição; de modo que conduz por uma completa satisfação pela a sua infinita justiça e santidade, como pelo seu ilimitado amor por Si mesmo.
Extraído de B.B. Warfield, "God" in: Works of B.B. Warfield, vol.9, pág. 112
Extraído de B.B. Warfield, "God" in: Works of B.B. Warfield, vol.9, pág. 112
Respondendo ao oponente
Quanto ao seu oponente, eu desejo que, antes mesmo que você coloque a sua pena sobre o papel contra ele, e durante todo o tempo em que estiver preparando a sua resposta, possa você entregá-la, por meio de sincera oração, ao ensino e à benção do Senhor. Esta prática terá uma tendência direta de levar o seu coração e amá-lo, bem como de ter compaixão dele. Tal disposição terá uma boa influência sobre cada página que você escrever.
Extraído de John Newton, "On Controversy" in: Works of John Newton, vol. 1, págs. 268-269
Extraído de John Newton, "On Controversy" in: Works of John Newton, vol. 1, págs. 268-269
terça-feira, junho 17, 2008
O que foi o Puritanismo inglês?
O Puritanismo inglês foi essencialmente um movimento teológico enfatizando a teologia pactual, predestinação e uma liturgia na igreja reformada? Ou, foi o cerne de assuntos políticos afirmando os inalienáveis direitos de consciência diante de Deus, o governo da lei natural acima dos tribunais que reinvindicavam arbitraridade, a dependência do rei do parlamento, a fundação da autoridade estatal em pessoas? Algumas pesquisas modernas apontam para uma terceira possibilidade, que a essência do Puritanismo foi a sua piedade, uma ênfase na conversão e numa sincera religião.
Extraído de Richard M. Hawkes, "The Logic of Assurance in English Puritan Theology" in: Westminster Theological Journal, 52 [1990], pág. 247
Extraído de Richard M. Hawkes, "The Logic of Assurance in English Puritan Theology" in: Westminster Theological Journal, 52 [1990], pág. 247
quinta-feira, abril 03, 2008
A necessidade do teísmo
A crença numa base racional para o universo somente pode firmar-se por meio de um retorno ao teísmo. Um teísmo vivo somente pode ser digno de crédito mediante a crença em Deus como um Ser que se revela; a crença na Revelação conduz historicamente ao reconhecimento de Cristo como instrumento mais elevado da auto-revelação de Deus para a humanidade. A crença em Cristo como o Revelador somente pode estabelecer-se mediante a crença em sua divindade.
Extraído de James Orr, Concepción Cristiana de Dios y el Mundo, pág. 83
Extraído de James Orr, Concepción Cristiana de Dios y el Mundo, pág. 83
quarta-feira, dezembro 19, 2007
O miraculoso ministério de Cristo
Quando o nosso Senhor veio à terra trouxe o céu consigo. Os sinais que acompanharam o Seu ministério nada mais eram do que a nuvem de glória que Ele conduziu do céu, que é o Seu lar. O número dos milagres que Ele realizou poderiam facilmente serem depreciados. De fato, pode-se dizer que Ele baniu a enfermidade e a morte da Palestina durante os três anos do Seu ministério. Se isto é um exagero, ele é um perdoável exagero.
Extraído de Benjamin B. Warfield, Counterfeit Miracles, pág. 3
Extraído de Benjamin B. Warfield, Counterfeit Miracles, pág. 3
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Pressuposição revelacional
Objetar ao cristão que a sua vida e a sua concepção da realidade se fundamentam em pressuposições de crença, supõe falta de rigor argumentativo: também os incrédulos, em todos os seus raciocínios partem de pressuposições de crenças. A diferença está na origem e na natureza destas pressuposições. As do cristão se fundamentam na informação e conteúdo da Revelação Divina, ou seja, na Bíblia; enquanto que para o incrédulo as pressuposições sobre as que edifica as suas elaborações e construções descansam em alguns pontos de partida que ele mesmo estabeleceu e aos que herdou - como resultado de uma fé humanística - como validade última. A questão, assim sendo, não é se um tem e outros não possuem pressuposições de crença, já que tanto crentes como incédulos as têm, mas o que é importante e decisivo saber qual é a origem destas pressuposições e que tipo de pressuposições de crença é capaz de elaborar uma resposta verdadeira aos enigmas e questões da realidade. Para o cristão a origem de suas pressuposições de crença é o próprio Deus - o Deus que fala e se revela -; e, no pressuposicionalismo bíblico fundamentado na revelação o cristão encontra a única e genuína resposta válida para todas as questões transcedentais sobre o seu próprio ser e acerca do mundo.
Extraído de David Estrada, La Biblia: el libro prohibido?, pág. 34-35
Extraído de David Estrada, La Biblia: el libro prohibido?, pág. 34-35
sexta-feira, novembro 23, 2007
Devemos nos arrepender do pecado de Adão?
O cristão, de fato, lastimará a culpa do primeiro pecado de Adão, mas não se arrependerá dele. Todavia, da corrupção da natureza, da concupisciência e dos desejos desordenados do nosso coração é nosso dever arrependermos, sentirmos vergonha por eles, entristecermos e indispormos contra eles, assim como de toda transgressão atual; por que isto é culpa somente nossa, (imputada), mas também o nosso próprio pecado.
Extraído de Robert L. Dabney, Lectures on Systematic Theology, pág. 654
Extraído de Robert L. Dabney, Lectures on Systematic Theology, pág. 654
quarta-feira, novembro 14, 2007
A necessidade na providência de Deus
Dentro da providência de Deus há operações de necessidade lógica por meio de implicações lógicas, e existem operações de necessidade mecânica por causalidade física. Estes fatos não são contraditórios com a providência de Deus que se estende-se a cada detalhe. O que é necessário lógica ou mecanicamente também o é dentro dos decretos e da providência de Deus.
Extraído de J.Oliver Buswell, A Systematic Theology of the Christian Religion, págs. 171-172
Extraído de J.Oliver Buswell, A Systematic Theology of the Christian Religion, págs. 171-172
quarta-feira, novembro 07, 2007
Santificação progressiva
Santificação é definida como a obra do Espírito Santo em que somos renovados todo o homem à imagem de Deus, e somos capacitados mais e mais morrer para o pecado e viver a justiça. Tão breve como enfático, pode-se dizer que ela é uma progressiva conformidade de todo o ser humano à natureza Divina.
Octavius Winslow, The Work of the Holy Spirit, pág. 112
Octavius Winslow, The Work of the Holy Spirit, pág. 112
sábado, outubro 27, 2007
Teologia como um ato de adoração
A religião, o temor de Deus, precisa antes de tudo ser o elemento que inspira e motiva toda a investigação teológica. Ela necessita ser o pulso desta ciência. Um teólogo é uma pessoa que audaciosamente discursa acerca de Deus, porque ele fala por Deus e para Deus. Professar a teologia é realizar uma santa atividade. Ela é uma ministração sacerdotal na casa do Senhor. Ela é em si mesma um serviço de adoração, uma consagração da mente e do coração em honra ao Seu nome.
Extraído de Herman Bavink, The Doctrina of God, posfácio.
Extraído de Herman Bavink, The Doctrina of God, posfácio.
quarta-feira, outubro 24, 2007
A ressurreição e o Pentecostes
A ressurreição não é somente o selo de aprovação de Deus sobre o passado, mas, também é o firme fundamento de tudo o que ocorreu depois, começando explosivamente com o Pentecostes.
Extraído de Gordon J. Spykman, Teologia Reformacional, pág. 463
Extraído de Gordon J. Spykman, Teologia Reformacional, pág. 463
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